Transmutação

Sempre chega o momento (ainda bem!), em que nossas respostas não bastam, não chegam, não servem.

Sempre chega o momento em que todo conhecimento tecido em teias, por longos anos de acúmulo, observação e conexão, responde coisa nenhuma.

Sempre chega o dia, em que nada que já lemos, vimos, ouvimos ou intuímos, pode matar a sede do por quê?

Esse é um dia sagrado. É um dia de transmutação.

É um momento de nos descascarmos de certezas, crenças, sabedoria e erros tomados como certos.

Elevar-nos um degrau acima na aceitação da própria impotência.

Maristela Elicker Dauve

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Sobre dauve1

advogada, metida a poetisa...apaixonada!
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